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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Noviembre sin ti.

La tarde se aleja, el cielo esta gris, la noche aparece sin ti. Callado en la playa,
te lloro en silencio otra vez. Me ahoga esta pena, no puedo vivir, las olas no me hablan de ti. Sentado en la arena, escribo tu nombre otra vez. Por que te extraño, desde aquel noviembre, cuando soñamos juntos a querernos siempre. Me duele, este frío noviembre, cuando las hojas caen a morir por siempre. Noviembre sin ti es sentir que la lluvia, me dice llorando que todo acabo. Noviembre sin ti es pedirle a la luna, que brille en la noche de mi corazón. Otra vez. Otra vez. Quisiera decirte que quiero volver, tu nombre va escrito en mi piel. Ya es de madrugada, te sigo esperando otra vez. Por que te extraño, desde aquel noviembre, cuando soñamos juntos a querernos siempre. Me duele, este frío noviembre, cuando las hojas caen a morir por siempre. Noviembre sin ti, es sentir que la lluvia me dice llorando que todo acabo. Noviembre sin ti, es pedirle a la luna, que brille en la noche de mi corazón. Otra vez
Otra vez.

(Reik)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

(...)



Não quero me manter lúcida agora. Dê-me um cigarro. Uma droga. Outro pesadelo. Dê-me covardia, desespero, lágrimas. Estou sentindo não haver mais razões, apenas isso.

Voe, meu amor.

Me perdoe. Me perdoe mil vezes pois eu lhe perdirei perdão todas as vezes que eu lhe encontrar. Me perdoe por eu ter feito você sofrer em todas as nossas brigas. Me perdoe por eu não ter conseguido levar isso tudo bem. Porém, chegou a hora de me livrar de toda a alma egoísta que eu vim trazendo ao longo desse tempo todo. É a decisão mais difícil que eu já tomei em toda a minha vida, toda, acredite. Hoje, preciso te deixar livre para voar pelo mundo, mesmo que doa demais em mim. É a minha prova de amor; Todo esse amor que eu sinto dentro de mim. Eu preciso, infelizmente, te deixar ir e viver sem mim. Me perdoe por isso, mas eu preciso que você volte totalmente feliz e quase completa, para que eu possa completar a parte que falta. Sei que não posso ser toda essa parte, eu sei disso. Você foi o melhor presente que eu podia ter ganhado ao longo da minha vida. Você foi a menina que me fez mudar, amadurecer, ser feliz. Você me fez feliz até o último momento e tenho certeza que me fará feliz quando nossos caminhos decidirem se encontrar novamente. Eu choro, vou chorar. Me desespero, peço a Deus e a todas as forças para que você se sinta feliz o suficiente para voltar. Sei que todos os nossos sonhos não podem morrer, sei que nossas vitórias continuarão aqui para acrescentar no nosso futuro a felicidade. Você sempre será inesquecível para mim, mas eu não quero te dizer ADEUS. Eu nunca te direi Adeus. Sei também que nunca ninguém me amará como você me amou e sei que me ama. Por isso, meu anjo, voe. VOE! Mas volte porque eu te amo. Está sendo difícil toda essa angústia, todo esse medo, toda essa fraqueza, porém, preciso que você se sinta bem com você mesma. Vou sentir falta da sua voz doce, do brilho dos teus olhos, do toque da tua mão e do calor da tua pele. Ficarei com a nossa lua pois ela sempre nos abençoo e eu sei que vai ser ela quem vai juntar novamente nossos caminhos. Nunca se sinta só, você sempre terá a mim. Meu coração é seu, minha alma e meu sorriso. Viva! Voe! Volte! Vai ser difícil e eu te dou a minha palavra de que sempre estarei aqui. Traga meu coração um dia de volta, traga também nossos sonhos- realidade. Enfim, eu te amo muito. Não te amo normalmente, eu te amo MUITO! Talvez ninguém seja capaz de imaginar, mas é algo surpreendente e mesmo que seja dificíl como está sendo, te empresto para a vida. Porém, por favor, volte.
Eu te amo.

domingo, 27 de novembro de 2011

27.

Minha história com a sua não acaba aqui. Eu vou estar de braços abertos para que você se sinta completa o suficiente para começar de novo se quiser voltar um dia. Vou deixar você livre para voar pelo mundo, mas quando precisar de mim, venha sorrindo ou chorando, estarei aqui. Eu te amo!

sábado, 26 de novembro de 2011

Embriaguem-se.

É preciso estar sempre embriagado. Aí está: eis a única questão. Para não sentirem o fardo horrível do Tempo que verga e inclina para a terra, é preciso que se embriaguem sem descanso.

Com quê? Com vinho, poesia ou virtude, a escolher. Mas embriaguem-se.

E se, porventura, nos degraus de um palácio, sobre a relva verde de um fosso, na solidão morna do quarto, a embriaguez diminuir ou desaparecer quando você acordar, pergunte ao vento, à vaga, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo que flui, a tudo que geme, a tudo que gira, a tudo que canta, a tudo que fala, pergunte que horas são; e o vento, a vaga, a estrela, o pássaro, o relógio responderão: "É hora de embriagar-se! Para não serem os escravos martirizados do Tempo, embriaguem-se; embriaguem-se sem descanso". Com vinho, poesia ou virtude, a escolher.

(Charles Baudelaire)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Que vergonha!

Estou me sentindo muito mal. Não sei bem explicar, mas é mal comigo mesma. Hoje, depois de fazer uma prova daquelas com resposta de 4 folhas, cheguei em casa cansada. Pesquisei algumas coisas aqui e fiquei com vergonha de seguir o blog de algumas pessoas. Vergonha? Estou me sentindo péssima. Odeio sentir vergonha. O pior, estou sentindo vergonha de mim.
Já fazem anos que eu não escondo o que eu sou, quem eu amo, o que eu acredito sobre o amor e todas essas coisas, mas percebi que as vezes é bem difícil isso tudo. Vejo que, infelizmente, ainda não estou completamente pronta para encarar o mundo. Encarar a vida. Eu estava me sentindo demais, achando que eu pudesse controlar todas essas ideias preconceituosas que rodam em torno de mim. Bom, pelo menos eu nunca sofri nenhum tipo de preconceito forte.
Esses dias ao entrar no ônibus, o motorista dizia que essa "raça" tinha que sumir. Nossa! Eu queria falar alguma coisa, mas não tive coragem. Não posso tentar sozinha. Sou fraca! Agora mesmo, estou vendo que sou mais fraca ainda. Posso falar que já pensei em desistir. Já pensei até em fingir que sou diferente do que eu sou. Ora, sou mesmo diferente. Sou diferente do que imaginavam que eu fosse. Sou diferente até mesmo do que eu achava que eu fosse. Nossa, sou diferente de mim. Preferi viver em choque com a solidão, viver á margem da ilusão. Já preferi fechar os olhos para que eles não fossem capazes de ver a realidade. É uma realidade que não pertence a mim. E agora? Eu tenho vergonha disso tudo? Me sinto fora de tudo o que eu construí até hoje. Marginalizada. Sim! Pelo meu próprio ego, pela minha própria insegurança.

Nunca escondi que minha fé foi embora ... talvez por achar que não pudesse ser aceita. Na verdade, nunca fui. Talvez seja esse meu medo agora, não ser aceita. Preconceito comigo mesma, estou vendo que eu estou começando o pré-conceito, exatamente. Saber que posso não ser aceita por ser o que eu sou me tira de todos os planos e verdades que eu acreditei existir em mim. Estou sendo covarde como sempre fui. Pior, estou sendo covarde com a minha covardia. Já pedi a Deus para que eu fosse diferente do que eu sou hoje. Descobri que não posso deixar de ser, porque sou eu, se não fosse como sou, deixaria de ser eu. Que coisa estranha ... e eu ainda sinto vergonha de mim. Não posso nem admitir que não tenho fé - fé de fé, de acreditar, de adorar. Também tenho vergonha de não conseguir. Peço desculpas, eu queria, mas não consigo. NÃO! Eu queria muito conseguir rezar todas as noites pedindo a Deus perdão por tudo e força para seguir minha vida. Queria ir á igreja todos os domingos. Para falar a verdade, queria conseguir almoçar com a minha família como família, mas não me sinto parte daqui. Nem me sinto mais parte de mim. Que horror ... sinto vergonha de mim.

Hoje em dia estou sofrendo por amor. Todo mundo sabe disso, pelo menos os que convivem comigo. Eu bem que podia sair daqui e ir até a casa dela para pedir que volte comigo. Não chegou a hora ainda, eu tenho consciência disso. Podia até mesmo dizer que eu a amo como mulher, mas não tenho coragem. Estou vendo ainda mais que ando sem coragem de nada. NADA! Por isso que escrever me salva. As vezes sim, as vezes não. Eu queria mesmo escrever bem, como aqueles poetas e escritores. Talvez eu nem queira assim. Eles viveram tanto com a solidão, com a dor. Engraçado, eu vivo ultimamente mais com a solidão do que comigo, e mesmo assim, não consigo escrever como devia. Não sei colocar vírgulas no lugar, se separo sujeitos de predicado, se coloco acento errado ou se mesmo erro na ortografia. Isso, acreditem, é péssimo para alguém que faz graduação em Língua Portuguesa. Sinceramente, não quero me importar com isso, também sinto vergonha. Eu só queria escrever o que eu sou, mas escrever porque se também tenho vergonha? Escrevo o que eu sinto, apenas. Desde pequena, achei até um texto que eu fiz com 10 anos, ficou lindo, melhor do que os que eu escrevo aqui. Era puro, com erros enormes e grotescos, mas com um sentimento que eu queria ainda sentir. Eu não sentia vergonha de mim, do que eu era. Só sentia depois que eu fui perceber que eu era uma menina gordinha, nerd e cheia de espinhas na cara. Depois que eu descobri que achava as meninas bonitas demais, passei a ser diferente para mim. E hoje, depois de passar por tudo o que passei, sinto vergonha de mim. Novamente, vergonha! Como sou covarde.

Já disse que queria fé. Talvez eu mesma tenha preconceito de mim. Que estranho, eu que tanto me aceitei e com orgulho digo o que sou, agora não sei. Não sei se posso dizer, caminhar. Talvez seja a falta de alguém para seguir do meu lado. Talvez eu precise, seja fraca o suficiente. Precise não só da solidão. Talvez eu esteja rastejando entre minha vergonha. Esteja nua. Esteja morna, esteja em meio. Um meio que não seja eu inteira. Ainda estou com vergonha de mostrar meu blog. Talvez não seja só por eu ser diferente, mas por não escrever tão bem assim. Por ser sensível demais, falsa, mentirosa, frouxa, covarde, só. Talvez por eu odiar a mentira e ter vergonha de dizer a verdade. De sorrir e esconder meus olhos, de mostrar que eu sou tão fraca assim.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Corpo.

Minhas mãos tão trêmulas. Consegue segurá-las? Mãos tão fracas. Mãos medrosas, pálidas, cruéis. Dependente do desejo, da droga, do espelho, do nunca. Mãos vazias, entrelaçadas, criadas, escravas. Pode vê-las? Não pertencem mais a mim. E meus olhos? Vês? Não vejo absolutamente nada. Vejo apenas meus gritos, não ouço. Grito sem voz, sem ar, sem sopro. Entre meio e fim, entre vida e morte, entre luz e escuro, me permiti viver sozinha. Queres rir? Todos podem rir! E agora, restou dor, apenas. Não posso enganá-la, nem enganar a mim. Não posso lhe ver. Tomo lágrimas, bebo tanto sangue. Sangue de mim e de meus pesadelos. Me alimento de silêncio, me alimento de angústia. Chuva, chuva, nada de sol. Nuvens pretas misturadas com o último vibrar de meus olhos. O vento me beija, me carrega, me leva para longe, num lugar onde eu não vou mais te encontrar. Por favor, deixe-me viver de ilusões, não quero a razão de que não terei mais você junto a mim. Não quero dizer Adeus, pois estaria dizendo Adeus a mim.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Palpite.


To com saudade de você
Debaixo do meu cobertor
De te arrancar suspiros
Fazer amor.
To com saudade de você
Na varanda em noite quente
E do arrepio frio que dá na gente
Truque do desejo,
Guardo na boca o gosto do beijo

Eu sinto a falta de você
Me sinto só

E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.

To com saudade de você
Do nosso banho de chuva,
Do calor na minha pele
Da língua tua.
To com saudade de você
Censurando o meu vestido,
As juras de amor ao pé do ouvido,
Truque do desejo,
Guardo na boca o gosto do beijo.

Eu sinto a falta de você,
Me sinto só

E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.

Eu sinto a falta de você,
Me sinto só

E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.

E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.
( Vanessa Rangel )

É, talvez você lembre de TUDO dessa letra. Estou com saudade da tua voz, do teu beijo e de todos os dias em que eu dormia e acordava ao teu lado como tua mulher.

Saudade

Eu sempre soube que a saudade devia ser um sentimento insuportável. Sempre soube que essa própria saudade fosse algo angustiante que me deixasse caída. Só não imaginava que essa saudade de você acabaria com minha vida, tiraria todo meu sorriso e apagaria todo o brilho que talvez existisse em meus olhos (...)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

-

" O céu caiu, sem estrelas, sem Deus. "

( Ana C.)

Sombrios fantasmas.

Escuto as vozes, o ar, a poeira. Trago em meus olhos a sombra de um luar. A sombra de um sorriso estranho. Sorriso qual não faz parte dos sons autocriados em mim. Num orvalho decaído, num verso invisível, num destino sem caminho. Encontro. Vejo a mim. Em grandes gotas cristalinas vejo petrificado e todo o meu sangue, e todo meu mundo cristalizado. Nunca ninguém os viu, mas vi físicos, corpo e alma, aterrorizando minha mente. Vista quase em uma tristeza isolada dona do mundo, meus fantasmas. Frios abraços entre cinzas em contorno, já não posso ver os ponteiros do relógio, nesse contorno, friamente divinal. O domínio sobre todo desfolhar das flores feitas do néctar que preciso supor voltar a sentir. Porém, desatou-se , tão fantasmas que na fantasia tomaram a realidade trazida de mim. Carentes de luz roubaste o brilho da lua, pavorosa dominadora de minha carne sombria vazia, vazia sombria. Deixei revelar meu corpo, anestesiado pelas fantasias puxadas pelo resto de sorriso sombrio jogado ao mar.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Desculpe ...

Andei em passos lentos ao teu lado para que você não percebesse que eu estava morrendo de vontade de te abraçar. Tentei esconder meu choro, mas você sabe que não controlo as minhas lágrimas. Sabe também que chego a ser insuportável. Tentei te fazer sorrir mas sou inútil demais a ponto de te fazer feliz de novo. Desculpe. Engraçado, eu te peço tantas desculpas que até esqueci de pedir perdão por te amar tanto a ponto de não conseguir viver sem você. A ponto de não conseguir deixar voce seguir a sua vida. A ponto de querer te privar de coisas que você ainda precisa conhecer. Virei sombra, não me encontrei mais ali. Sombra, apenas sombra. Mas eu te amo, eu te amo muito, meu deus! Estou desesperada ...

Diário.

Estou carregando minha saudade entre as páginas em branco do meu diário. Ferindo o papel de tinta preta e branca, rasgando, torturando a superfície que antes, tão clara eu achava em cima de mim. Caíram chuva. Caíram lágrimas. Caíram sangue. Feri o papel com o sopro de palavras, com cada espírito desalinhado que a saudade traz para dentro. Dentro do que antes, era eu. Carrego em minhas roupas o teu perfume, entre pequenos pedaços de crueldade, entrego a mim ao suave veneno que tomo, a suave transparência da ferida. Levo a saudade entre minhas mãos e escrevo em cada passagem teu retorno com o que restou da tinta do meu sangue. É verdade, sou uma mentira entre esse vômito de palavras exageradas e simples. Guardei em minha gaveta a esperança que imaginavelmente surgia entre minha consciência, para levar a saudade em meu corpo, a lembrança da alma que circulava ao meu lado. Levo o olhar da lua entre meus punhos, entre cada facada que fere, corta e mastiga. Carrego você no diário da minha vida.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Tempo.

O tempo vai passando e eu não sei aonde vamos chegar. Não sei nem da onde eu parti e nem da onde eu vou seguir. Não aguento mais pesadelos e pavores diários. Estou caindo, caindo! Espero que volte logo dessa viagem que fez dentro de você, pois eu estou aqui, esperando brilhar do teu lado.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

-



Meu coração ficou contigo.

domingo, 13 de novembro de 2011

Esperança.


Hoje eu acordei com um sentimento tão forte de esperança que nem parece ser eu. Talvez o universo esteja conspirando para que eu consiga seguir em frente. Quem sabe eu não consiga?

sábado, 12 de novembro de 2011

Você voltou, solidão.


Estive com saudade de andar por aqui. Pensei nunca mais precisar de você.Pensei nunca mais ser capaz de ouvir seus gritos de terror. Pensei nunca mais ser levada por esse seu gelo e por esse seu frio. Pensei não mais ouvir o silêncio uivante vindo detrás das montanhas, nem observar a bruma vinda do céu negro embaçando a luz da lua. Eu a tinha tão límpida e clara diante de meus olhos. Sim, ela até me abençoava. Abençoava o amor que transbordava aqui dentro. E agora, somos apenas eu e você. Dessa vez voltaste para rir comigo ou para rir de mim? Pois esqueci o que eu sou, pior. Ouvi teus gritos desde o dia em que voltei a andar por aqui. Te vi deitada na areia esperando que eu voltasse para você. Ouvi teu chamado depois de muito, muito tempo. Resolvi voltar. Está feliz? Estou de volta e sou toda sua solidão. Acreditei que tivesse ido embora e se perdido no fundo de meus pesadelos. Vejo no fundo dos teus olhos que sentiu saudade. Eu não senti a tua falta, confesso, mas estou novamente diante de teus pés. Posso chamá-la de minha, novamente? Estou de braços abertos para que me leve contigo. Apenas grite, pois gritarei contigo. Não chore, por favor, deixe que eu chore sozinha. Mas o que seria chorar sozinha solidão? Você é a própria parte do sozinha que estou levando comigo. Como eu estou levando comigo uma parte de mim que me deixa só, se você solidão, é a minha parte só. Mas sei que está comigo, sempre vai estar de agora em diante. Estou sentindo, estou infelizmente percebendo que terei você por mais tempo do que imaginava.

Preciso de um cigarro.

Lenta. Pálida. Assim encontro minha respiração. Encontro até mesmo no espelho, a minha solidão. Crueldade. Tão intensa. Estou novamente de acordo com ela. Se eu chorar, desculpe-me a fraqueza. Se eu sorrir, desculpe-me a falsidade. Se eu gritar, desculpe-me, silêncio. Pois me encontro entre meus vestígios. Me encontro entre minha dor. É só minha, apenas minha. Não quero pesares desalinhados com a linha do destino. Não quero carne perfurada pelo sólido do moinho. Que moinho, Deus? Antes tão longe que nem pudia vê-lo. Agora, está tão perto e corta minha carne. Mistura meu sangue. Jorra gotas de medo. Gotas de medo? Rios de lágrimas de sangue. Nem sei mais quem eu sou, nem sei mais quem eu quero ser. Nem sei mais solidão, se preciso de você. Preciso de cigarro. Preciso de drogas. Preciso de pesares, de silêncio sem demora. Preciso de entradas, nem quero mais saída. Preciso de você, que saiu de minha vida. Não me quero nem mais, não preciso mais de mim. Deixe-me sonhar, sem dormir. Deixe-me morrer, sem mesmo matar a mim.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Abraço.



Talvez eu precise apenas de um abraço. Não qualquer abraço. Talvez precise apenas daquele que me protega do mundo. Só agora. Pelo menos agora.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

-

          O tempo passa, eu continuo aqui. Nos meus lábios deixo teus vestígios para que você os sinta, quando resolver voltar para minha vida.

O que há?

Acordei esta manhã angustiada. Senti que você foi embora e levou meus braços com você; Menina. Ah menina! Ainda te chamo de minha namorada para qualquer pessoa que pergunte. Ainda digo que tenho você, se perguntarem. Sinto vontade de pegar o telefone e ligar para ouvir a sua voz, mas sei que não posso, não devo. Digo não me olhando no espelho. Falando a verdade, nem gosto mais de me olhar nele. Ando sentindo mais frio quando olho em meus olhos. Meu corpo se movimento, mas eles não. Vou e volto todos os dias da faculdade, e me sinto tão mórbida. Eu até sorrio, sim. Mas quando percebo, não sou eu, meu amor. Não consigo, não dá. Já sei de tudo, sei que precisei te deixar ir, mas está difícil, não aguento mais sofrer. O que há, meu amor? O que há?

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Perdoe-me.

O pior de tudo é que estou sentindo, entre pesadelos e entre realidade, que você está conseguindo sobreviver sem mim. Está sorrindo! Perdoe-me, não quero ser injusta, muito menos egoísta achando que não pudesse ser feliz sem mim, mas agora estou vendo que o mundo pode embalá-la novamente. Aquele em que eu tanto tive medo de entregá-la.E agora, estou lentamento percebendo que posso te perder de verdade. Perdoe-me, não quero perceber nada!

domingo, 6 de novembro de 2011

Não!

Sinceramente, não aguento mais. NÃO!

sábado, 5 de novembro de 2011

Pensaria ...

Pensava que o mundo não tivesse forças o suficiente para me afastar de você; Que a vida não fosse injusta o suficiente para tirá-la de mim; Pensei que meu coração fosse forte o suficiente para aguentar; Que minha razão fosse real o suficiente para me mantar lúcida. Pensei que meu futuro combinaria para sempre com o teu; Sim, pensei que o vento nunca fosse levá-la para longe e pensei que nunca viveria sem você;
Mas tenha certeza, esperarei você voltar, esperando que traga novamente, todos meus sonhos para essa realidade.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Medo.

Desculpe. Novamente desculpe. Ou seria perdão? Digo lhe perdão. Não preciso dizer o porquê. É que não sou tão forte assim. Hoje, não estou mais conseguindo. Sou fraca e covarde. Sim, covarde. Não sei quem eu sou, não sei o que posso ser, não sei o que eu fui. Porém, o que eu estou sentindo aqui dentro de mim eu nunca senti em minha vida. Nunca senti isso desde o dia em que me entendo por gente. Não queria sofrer assim. Meu peito dói. Minha cabeça explode junto com meu coração, porém, de dor. Sinto saudades. Pior, sinto mais saudades quando penso que posso ter de sentir saudade para sempre. Eu não sei o que eu faço. Quem eu devo procurar? Que dor é essa? Não consigo parar de chorar. E vão ver! Não quero que vejam. Podia jurar que nunca sentiria isso. Agora pareço ver o resto do mundo. Olha, eles não existiam antes. O que eu faço? Estou arfando. Não estou apenas chorando. É mais que isso. Não quero descobrir o mundo. Voltei a soluçar. Não vejo mais ninguém. Agora sim, descrevo minuciosamente essa dor que sinto aqui dentro de mim. Como isso acontece? Quais são os orgãos, os hormônios, ou quem sabe o quê para fazer com que doa tanto assim? Sinto mais medo agora do que do escuro. Sinto mais medo agora do que da morte. Não quero ouvir essa música, mas não consigo. Agora, passam filmes na minha mente. Eu não aguentarei tanto. É verdade! Não quero que ninguém veja. Me deixe escrever? Não estou me sentindo nada bem.

Lamento, meu amor.

Lamento se não sou tão perfeita para lhe ter; Lamento. Lamento. Queria tanto te fazer apenas sorrir que esqueci; Não existe apenas eu na sua vida. Queria dizer que lhe entrego ao mundo para que ele lhe traga novamente teu sorriso, porém, perdão, as palavras que teria de usar não são as verdadeiras na qual quero falar. Se algo de errado fiz até hoje, tenho tantas explicações; Lamento informar que nenhuma delas pode trazer de volta teu sorriso. Dói saber que o mundo pode te fazer melhor do que eu; Queria gritar para que você ouvisse. Não. Queria mostrar que pensei que só eu seria capaz de te fazer feliz. Errei, errei tanto. Mas eu não posso te deixar ir; Você quer? Pensei que todas as juras de amor; Pensei que te dando minha vida; Pensei que ter um mundo só meu e seu eram suficientes para que fossem eu e você para sempre. O universo nos deu a resposta, e hoje, eu lhe perco entre minhas mãos e sinto você ir embora diante de meus olhos.

Asas de medo.



Agarrada ao travesseiro, choro; Um choro de menina perdida, desesperada. Ao olhar do teto entre a escuridão das paredes que parecem engulir-me,e das trevas da incompriendível solidão. Tinha em mim uma lágrima de medo e uma grande dor. De volta a posição fetal. Um emaranhado de pesadelos entre a luz e o vazio. Senti afogar-me de vez no mar da minha dor e por um instante renunciar minha vida. Perdoe-me jovem alegria. Resta em mim as cinzas cristalizadas de pavor. Deixe-me grande águia, pois já não tenho tamanha fé para defender-me de minhas asas cortadas e perdidas. Deixe-me com o fantasmas do silêncio que restou.

Saudade.

Estou com tanta saudade. Me diga, quando você vai voltar?

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

(:

E quando eu sumir, talvez sintam a minha falta! (:

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Aonde está você?

Hoje, sai andando sem destino. Queria no final das contas encontrar você. A noite escura, perigos, medos, sonhos caídos. Corpo jogado ao vento. Sem você para segurar a minha mão. Estava tão frio e eu congelara, tanto que nem respirar mais conseguia. De jeito nenhum! Nada faz com que eu respire direito. Observei o caminho do vento. Ele me levava á todos os lugares e á lugar nenhum. Encontrando cara a cara com o arfar de todos aqueles fantasmas que agora, voltaram a me atormentar. Espanquei-os com minhas mãos, porém, saí revestida e afogada em sangue. Sangue negro, estampado de pesares infundidos e desejos quebrados. Me esfaqueie, solidão. Somente tu, que leva-me entre a multidão. Tentei correr, contudo, tão inútil fugir que corri de mim, e consegui achar-me, em cima de poças. Poças de meu sangue! Gritei para que você me ouvisse, mas não lhe achei. Aonde está você? Não encontro ...

Mar.


" - Como é lindo não é? Não tem fim, como pode? - É, não tem fim, como tudo o que eu sinto por você. "