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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Paraíso

Gostaria, esta noite, de um abraço apertado. Um abraço, apenas, nada mais. Tantas coisas passando, não sei da onde me observam. Gritos, pássaros, antenas, cores de colores ousadas. Não vejo nada. Podes dá-me um abraço esta noite? Me sinto louca (...) E os loucos da onde tiram essa realidade senão da própria realidade como vivo hoje? Não sei o quando foi me dada a loucura. Contudo, vejam só, se loucura for dada a quem for - necessariamente - chamado lunática, gostaria de jogar aos quatro ventos minha loucura ( não louca ). Abraços, talvez, suscetíveis formas de ousadia. Da loucura, me ando inspirando. Vejo aqui, vejo ali e me impressiono com cada gota de lu(náticos). Lunáticos, Luna, náuticos, lunáuticos. LUNÁTICOS. Se eu for louca - e disser - posso sair pedindo abraços sem que achem que sou louca (?) Não, espere. Eu direi que sou louca. Portanto mundo es(tranho), entrando dentro de minha pele, posso viver sem que me chamem de louca - eu direi sobre minha loucura - porque, vejam bem, os que loucos são podem viver como querem sem importância da mente pavorosa do outro. Hoje, meu deus, cadê a tolerância - e bota deus nisso -  que está inerte, ecoando entre os ouvidos quase mortos dos que querem na loucura viver. Pois bem, digo com ousadia que minha loucura é diferente da sua. Assim como minha mãe, meu pai, minhas irmãs, meu pé, meu cabelo, minha gordura, meu nariz, meu sorriso, minha religião, minha namorada, minha sexualidade, deus (...) Nã, nã, não Bruna. Deus é o mesmo, você está louca? Hum, acho que estou. Se Deus é o mesmo, porque matar pela diferença que ele mesmo fez? Caramba! Que bom - graças a deus ( esse deus) que sou louca. Não aguentaria viver na realidade aterrorisante, devastadora, sem limites, sem pássaros, sem rios, sem cor. Que loucura essa realidade infeliz. Tão in(fame), cheio de casas, prédios, tijolos e poeira. Se eu disser que sou louca, me colocarão em um lugar cheio de flores? Turquesa, margarida, rosa, violeta ... Ou mesmo aqueles matinhos com pedrinhas que ninguém vê. Poxa, iria colocá-la em meu bolso. Bolso aberto, furado, maltratado. E lá,  iriam me abraçar. Acho que lá eles até dão bom dia, que paraíso.

domingo, 26 de agosto de 2012

Nossos corpos.

Nossos corpos, o que são? Senão dois pedaços de alma recobertos pelo calor. Nossos corpos, o que são? Senão o pavor pedinte de amor, enaltecendo as pequenas gotas de suor que caem sobre nossa pele. Transformando. Misturando(-s). Amando-os. Nesses corpos sequestrados por nossa ousadia, digo a mim: Estou aqui e não darei a partida. Deixarei escrever em nossos corpos a verdade de nosso futuro tão (...) tão inesperado. E nesses corpos revirados deixo meu olhar como tinta. Voltarei! Sempre voltarei aos braços enlaçados e acolhedores teus, que ah! Me transborda carinhos. E esses corpos, o que são senão a noite envolvente com ela (lunática). Deixo meu corpo esta noite deitar na areia quente. Na morna, na fria. Deixe a noite cair em pedaços de chuva. Deixe meu corpo brilhar - mais uma vez- diante dos teus olhos molhados de paixão. Nos teus sonhos, esta noite, vou enlouquecer tua mente; Teu coração; Teu corpo. Me amarrei ao teu corpo e irei embora com o teu amor. Ou não. Deixa-me apenas amar-te por toda essa noite? Nossos corpo serão, então, (...) o céu negro e azul.

domingo, 19 de agosto de 2012

Eu gosto de você.

Gosto do teu colo acolhedor. Do teu olhar de apaixonada. Do teu sorriso encantador. Gosto desse teu carinho que me abraça, dessa tua doçura que me enlaça. Gosto dessa tua vontade em me amar, desse teu jeito em dizer que me ama, dessa tua maneira de cuidar de mim. Como me seduz esse teu encanto. Essa tua maneira de ser quem eu sempre quis ter. Como gosto da tua pele; De rolar, de deitar, de segurar a tua mão; De acordar, de dormir, de amar contigo, ao teu lado, todo o tempo. Que cuidado maravilhoso; Eu te sonho, eu sigo, eu te realizo. Eu gosto tanto de você.

domingo, 12 de agosto de 2012

Encontro.

Eu queria acordar com um buquê de flores; Rosas vermelhas, para melhorar. Queria sair na rua e, nesse momento, sentir pegarem a minha mão. Queria olhar pela janela aquela noite e sentir, atrás de mim, alguém segurando os meus braços, entrelaçando todo o meu corpo. Queria ver a lua, acompanhada. Talvez, sem nenhuma companhia de minha minha solidão. Queria olhar naqueles olhos e ver que brilhavam. Queria acordar todos os dias com um beijo de Bom dia. É, eu acho que encontrei tudo isso.

s2

O meu coração grita. O meu coragão geme. Ele desvia minha respiração; Ele acaba com meus passos. Meu coração cria; Desespera; Para. E eu, sem saber caminhar, ajoelho. Peço á vida uma única saída. Peço á Deus, quem sabe força. Peço a mim, sabedoria. Minhas mãos, acredito que se juntem. Imploram por paciência.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

:)

Olá Gente,
Fiz um Askme novo. Podem fazr perguntas se quiserem :)
www.mepergunte.com/bubuhdulce

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Chuva.


Agora pode chover.; Agora posso sorrir; Agora tenho você, alguém tão mais perfeita de todas que já  conheci. Nessa chuva desesperada eu corro para os teus braços; Nos teus braços incontroláveis, eu me deito feito criança desamparada. Nos piores náufragos me grudei a ti - grande mulher- meus lábios procuram o teu ar, nos quais insisto em grudar. Encontro em ti a melhor parte de um todo a qual achei, sem procurar essa mulher que tão perto estava e não esbarrei. Hoje, digo te amo e sempre amarei.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

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Prometo que postarei aqui, estou sem tempo. O sono anda me consumindo demais.