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segunda-feira, 10 de março de 2014

Amor de esperança.

Aqui submeto-me sem descanso e, posso ver o escondido nesta terra de maldades. O amor de esperança tentando se quebrar e eu, toda de vingança tentando maltratar. Regojizo-me nesta noite de tanto amor ... pois na tua presença sou quase toda fonte de calor. Entrego-me em teus braços num navio de amor e, agradeço-te menina, eres todo meu ardor. Quero viver contigo para sempre e sei vai acontecer ... eu e você de mãos dadas sem preconceito para doer.
(...)
Sem medo e toda amor.


Amor.

Em linhas passageiras,
escrevo-te meu amor.
Para seres meu encanto,
minha bela,
meu ardor.

Estejas onde estiver,
por entre teus caminhos.
Esteja pelo céu,
pela terra escondido.

Podes ser bem pequenino,
nestes mares de ouro fino.
Ou quem sabe bem grandão,
quando o medo dá-me a mão.

Podes ser de manhãzinha,
naquela terra adormecida.
Podes ser bem na noite,
no veleiro proibido.

Nosso amor será o campo,
e as flores amorzinhos.
A paixão será encanto,
e o brilho sempre bem vindo.

Tua alma será a guia,
nestas terras dolorosas.
E tua boca o vestígio,
do amor sem vingança.

Pois tu és o ponto firme,
do frio da noite.
És o arrepio quente,
das manhãs de primavera.


Caminhos.

(...)
Por onde eu vá ... quem sabe, por onde eu viva. Por onde eu crie codinomes, por onde eu respire sem desperdícios. Por onde eu cante encantando-me, por onde a poeira seja guia ... quem sabe o hilário seja amo ... este teu sorriso inspira poesia. Pois onde ando há muralhas desenhadas por mulheres. Onde o céu aponta-me, sem frieza, assobios. Um pássaro aqui ... outro quem sabe lá. Pois onde eu ando tem brilhos ... tão castanhos encontrados em teu olhar.

Por isso, deixe-me andar ... olhando para o céu. Aquele repleto de estrelas ... cobrindo-te em véu. Pois, assim, quando a lua me seguir, haja prometido, serei a tua amante ... nosso amor...para sempre, protegido.

Propósito de amor.

Não há quem mais,
que pode descrever te;
ou quem vai,
um dia enfurecer-se

Não há parte mais exuberante,
não há palavras mal criadas.

não há quem,
em proposito.
não há o que,
em discórdia.
pois,
há amor em revanche,
há sutileza,
paixão
glória.

não há quem esconder-te
pois tu chama o vento
este que assobia em versos,
mais ou menos

apaixonados.