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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Arfada

Eu segurei em meus ombros doloridos ... minha cabeça. Fervorosas e pulsantes fazendo ponte com meu coração. Ardia, fervia. Em minha carne profunda, destilei me de insegurança e traços de dor. Mas como dói essa dor do amor!! Criada pela incompletude de me sentir,  anestesiada pela triste história de me ser. Sempre a mesma tecla travestida de ilusão.

Fecha a porta.
Tranquei me entre orgulho,
raiva e paixão.

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