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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Enquanto você não vem.

"É tão difícil acordar e perceber que esse vai ser mais um dia sem te ver. Tudo na minha frente faz lembrar você: Uma canção, um som, um filme ou alguém na TV. Quando eu ouço aquela nossa canção, sinto um aperto forte no coração. É que a saudade faz questão de me lembrar, que eu não sei quando você pode voltar. E eu me encontro procurando o que fazer, invento coisas pra não ter que lembrar em você. Eu fecho os olhos tentando não chorar, enquanto você não vem. Sua foto é o que me traz um pouco de paz, você não sabe a falta que você me faz. Eu fico aqui querendo te encontrar. Enquanto você não vem. Meus dias parecem ser todos tão iguais, e só você sabia fazer diferente. Em tudo que eu via graça eu já não vejo mais, mas mesmo assim eu tenho que seguir em frente. E quando em fim você voltar pra mim, o meu abraço irá de encontro ao teu. Esse momento poderia não ter fim, para ficarmos sempre só você e eu. E eu me encontro procurando o que fazer, invento coisas pra não ter que pensar em você. Eu fecho os olhos tentando não chorar. Enquanto você não vem. Sua foto é que me traz um pouco de paz, você não sabe a falta que você me faz. Eu fico aqui querendo te encontrar. Enquanto você não vem."
Banda Cluster.

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A quem estou enganando? Não consigo mais sorrir.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Dê-me uma droga.

Minhas mãos estão tremulas, não consigo escrever. Olho para o céu, mas não posso encará-lo. Meu coração bate acelerado, porém, minha cabeça tenta não mais pensar em você pois meus olhos estão cansados de lacrimejar. Sinto meu rosto inflado. Volte logo para mim. As lágrimas geladas quebram o calor que existia dentro de mim, e, este frio está congelando minhas pálpebras, minha boca, minha voz e meu coração.Não mais sorrio. Perdi-o dentre minhas mágoas. E ela, está aqui novamente. Cale a boca! - disse a ela. Está aqui ao meu lado, rindo, debochando. Trouxe mais frio e consequentemente, medo. Está gritando. Por favor, lhe imploro. Cale a boca! A solidão voltou e não tenho força para lutar contra ela. Não posso abrir meus olhos, muito menos fechá-lo. Não posso gritar, ela abafa minha clamação. Sinto que está pressionando meu peito, apertando. Está me mastigando. Não dói. Essa palavra agora tem um sentido diferente demais para mim. Você solidão, pode responder-me? Estou paralisada. Que estúpida eu sou! Burra. Nem ao menos sei o nome do que estou sentindo. Você está comigo, não é solidão? Decidiu voltar agora. Mas saia daqui! Estou enlouquecendo. Estou gelada, quente. Transpiro gelado, sinto-me queimar. Não existem mais estrelas para me acompanhar. Minhas pernas estão paralisadas, como meu futuro, meu caminho, meu destino. Não é possível que terei de voltar a viver outra vida para não errar de novo. Será que pagarei ou será que Deus recompensará minha alma pelo que estou sentindo? Estou com medo! Confesso, não queria. Estou vulnerável agora solidão. Me possua. Quebre-me. Aperte-me mais, pois o vento me transformara em gelo. Vai! Está conseguindo. Dê-me um cigarro. Quero queimar como suas cinzas. Cinzas como eu! Quero um copo de álcool ... serve qualquer um. Dê-me uma droga. Não estou sentindo nada. Espere! Estou sentindo tudo. Queres me ler, solidão? Agora sou toda sua. Não sou vítima, sou bandida. Que se foda! Deixe-me ... Não me possua solidão. Está doendo aquela dor que não sei o nome. Meu peito arfa, minha cabeça roda, meu corpo continua frio. Estou morta? Tanto brinquei com a morte que talvez esteja. Meu corpo está arrepiado. Então ainda estou viva. Merda! A quem estou enganando? A você solidão? Você sabe que não está nada bem. Porque faz isso comigo? Por culpa sua quebrei o espelho. Aquele que refletia minha alma. Ela está quebrada, ou não, desculpe, está quebrado. Estou trocando os sujeitos. Agora, estendo-lhe as mãos. Não queria voar, porque insiste? Acalme-se, deixe-me pular sozinha. Ou, esqueci! Você é a solidão. Merda, novamente. Dê-me então suas mãos. Estou morta ... preciso de um abraço.
Oh! Está doendo tanto. Pare de chorar - disse-me a mim. Que é isso? É dor? Que é dor? Aflição? Está tudo escuro e não consigo respirar. Afoguei-me. Matei-me
(05/07)

terça-feira, 5 de julho de 2011

*

O vento frio, congelante, cortara minha garganta, e as lágrimas se cristalizaram, uma a uma. Aquele mesmo vento que abençoava nosso amor á luz do céu límpido e estrelado, agora, diante de um nublado, leva- a embora. Preciso permanecer em silêncio ...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A.


Dizem que se você quiser, todos os sonhos podem se tornar realidade. Mas quer saber? Você é a minha realidade que torna-se meu sonho, todas as noites.