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quarta-feira, 8 de abril de 2015

3 anos.


9 de abril de 2015. 3 anos, 1.095 dias, 26.289 horas, 1.576.800 minutos, 94.608.000 segundos.
O quanto isto significa para você?
 Eu não sei muito o que dizer hoje. Sei que você faz meus dias, minhas horas, meus minutos, meus segundos serem diferentes. Eu só sei que você é alguém com quem eu quero passar o resto da minha vida. É você, esta com a qual começarei a minha família.
E eu te amo! Eu te amo como sempre quis amar alguém. Te amo sem engano. Te amo com a delicadeza do amor. Feliz 3 anos pra gente.

Ainda lembro daquele dia.
Aquele dia em que você passou a ser tudo para mim.
Aquele dia que é hoje, será amanhã e eternamente.


Borboletadas.

Borboletas borbulham em voos altos.
Algumas saem de meu estômago.
Outras de meus sentidos.
Outras de meus olhos.
Pois (...) sabe (...)
estou inerte em mim. E,
esta noite a solidão invadiu
minha casa ou
minha alma. E estou
flutuando
entre suas asas. E estou
carregando suas vestes. E, agora estou
beijando seus
lábios. Podes sair
de mim,
agora?

Perdão a mim.

Quantos mal dizeres devem ser ditos para recuperar o que se perdeu? Talvez, tantos outros pesares quais adormecem em dúvidas. Pera aí, o que estou fazendo? O que estou sentindo? O que estou gritando e proclamando e pedindo e desejando senão dores de amores perdidos e decaptados pelo tempo. O que vem hoje, agora, neste exato momento? Peço-lhe perdão. Sim, perdão. Perdão por ser eu. Peço perdão a você mesmo, mim. A mim, a tudo o que eu sou.

Luarada de solidão.

Pretendo aqui, aqui, descrever meus sentidos: com as pernas para o vento ganho este espaço. Crio e recrio estes sentimentos aflitos. Iluminada pela lua reciclo minhas palavras ponderadas: sou espanto, sou calor. Nesta noite de solidão escrevo aos céus. Escrevo à lua. À alguém. Alguém senão eu. Quem mais? Nesta luarada de loucuras me pego às avessas pois esta noite sou réu. Sou louca, sou eu. E escrevo sem pesar mas pesadamente. Escrevo para a solidão. Sou solidão. Ah! Mas que saudade (...) vieste visitar-me hoje? E vestir-me de murmúrios lamentados? Esperei-te a tempos e, você está aqui e, tão mais descreve estes sentimentos.

Sou toda amor.

Em mil etapas,
Estou aqui.
Em mil poderes,
Me prendo
Aqui.

Onde estás?

Perco me em mim.
Pois (...) 
Sou toda amor.

Sem tirar nem
por.

Presa.

Vista me assim
nua.
crua.
delicada.
Pueril.

Rasga-me.
Senti-me.
Pega-me.
Destrua-me.

De amor.

Leveza.

Eu gosto é da leveza
Qual encarrego me a
Lembrar.
Gosto da poesia
Qual pretende me
Deixar.

Eu sou da ventania
Dos espaços mal pintados.
Pois a chuva me carrega
Entre espaços 
deturpados.


Eu gosto da ousadia
Do tempero da vitória
Esta dos espaços mal
Escritos
Dos pergaminhos da
Aurora.

Eu gosto destes raios
Todos mal
Alimentados.
Qual ganham minha carne
Qual ganham minha
Pele.

Eu gosto é da sede
Qual me busca desde 
Lá.
Lá,
dentro.
Arremata meus anseios
Busca esta minha,
esta nossa
prece.



Bem vinda!
Seja bem vinda!
Hoje sou toda sua. Pele carne nua e crua. Sem histórias e estórias nossas ou melhor, cem estórias nossas. De fundo a luz retorna e molha (...) meu rosto, meu ventre, meus pesares. Neste banco durmo e reviro meus olhos encharcados. Mas, claro. Estou à luz da lua. Cheia por sinal. Cheia com esta noite solitária (...) noite fria. Noite fervorosa. Estava à procura de mim e, esta noite me encontrei.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

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Esteja leve
Espere que neve
Deixe a alma leve
Hoje e amanhã,
Pelo resto 
da sua vida.


Aflições.

Exasperadamente minha alma se transporta; Exala amor e vitória. Proponho-me, neste momento, uma escuta dilacerada de coração encardido. No fechar de olhos vejo me aqui, desesperada, amante. Crio em mim um sentido eterno. Uma poesia adversa. Um manejar oculto. Cravejo aqui linhas de desesperança. Corpos dilacerados. Lágrimas avulsas. Perdidas em mim, onde encontro eu? Perdida em confusões e problemas conscientes e tão dolorosos que chegam a ser massacres, destrutor de sorrisos sinceros. Deturpador de sonhos. Coragem. Coragem. Último suspiro de profundidade.
Desejos mal ditos. Corpos afogados; Volúpias temorosas; corações irrigados; peito afável; ar rarefeito; lágrimas corrosivas(...) detenha-me, aflição.

Coração.

Diga-me, apenas nestas linhas tortas, qual o propósito desta angústia, coração? Apenas olhe em mim o reflexo ansioso de pesares combatidos fracassadamente. Porque ao lado da dificuldade aparece me palavras tão sem sentido e dolorosas que, depois de prontas, encharcam me de pingos de ressentimento? Porque está noite, coração? Porque estas imundas noites? Estas que arrancam minha pele para fora e encharcam me de palavras vomitadas. Porque a dor, coração? A angústia (...) porque a ânsia de estar aqui, coração? Realmente, é você o dono por essa falcatrua desumana para comigo? E por que estas linhas só se movimentam se a dor invadir meus olhos e minha carne e minha pele e minha alma? Porque?

Neste dia.

O que fazer quando seus olhos já estão inertes ao temporal e suas mãos congeladas pelo tempo? O que deferir ou o que definir sobre esta profunda nostalgia de se me ser assim (...) tão carente, des (contente), arremessado, pouco dito, jamais falado, nunca havido. Porém, meço me as palavras para julgar minha insensatez ao proferir minhas dores de júbilo. Meço minha dor ao referir me ao que sou frente ao espelho - aquele de décadas - qual cola e despedaça todas as vezes que o ar sai de mim de forma pesarosa, desconfiado. Ora, o que fazer com esse eu que tanto julga a mim própria com ilusões irreais e proféticas? Com o que caminhar se minhas pernas já não conseguem levantar e meus joelhos está caídos frente à face dolorosa e dolorida de ser eu? Quantos porquês terei que retribuir à mim mesma se nem respostas sobre mim sei? Se a angústia toma conta das minhas palavras e tornam-se verdades escritas numas linhas imundas de saberes malcriados e mal definidos. E se eu parar agora para respirar e sem escrever esses pesares dolorosos como irei continuar arfando ao vendo meus lamentos e energias que precisam se desprender da minha mente e/ou do meu coração? Se minha respiração não quer parar de confundir se com os lamentos feitos por mim neste dia. Neste dia!